Património

Capela de Santa Eulália
(Santa Eulália)
Tempo rural de finais do século XII, erguida para celebrar a suposta aparição da Santa neste local.
A capela de Santa Eulália, classificada desde 1982 como imóvel de interesse municipal, passou por várias alterações ao longo do tempo.

Capela de Santa Eulália

Capela das Conchas
(Morgado)
Esta capela fazia parte da antiga Quinta das Índias, no Morgado, dando lugar à urbanização com o mesmo nome. Templo, cuja construção data do século XVIII, sofreu recentemente obras de beneficiação.

Capela das Conchas

Capela da Quinta do Caldas
(Verdelha do Ruivo)
Recuperada pelo proprietário a Capela da Quinta do Caldas foi erguida em honra de santo António de Lisboa, em data não determinada, presumivelmente já no século XVIII e pertenceu a Frei Bartolomeu dos Mártires.

Capela da Quinta do Caldas

Capela de Santo António
(Verdelha do Ruivo)
Esta edificação esconde um fontanário construído provavelmente no século XVIII, no local onde foi detectada uma nascente para abastecer a Quinta do Caldas. Actualmente é uma pequena capela alusiva a Santo António.

Capela de Santo António

Quinta do Convento dos Frades
(Verdelha do Ruivo)
Mandado construir em 1546 por D. Pedro de Alcáçova Carneiro, o fidalgo da Quinta do Caldas, para acolher os frades franciscanos da Ordem dos Frades Menores.
Modificado nos séculos XVII a XIX, para ser transformado em habitação.

Quinta do Convento dos Frades

Capela de São Sebastião
(Granja de Alpriate)
Fundada no século XVII pela Comenda da Ordem de Cristo, é um templo rural do período barroco.

Capela de São Sebastião

Quinta da Boca da Lapa
(Boca da Lapa)
Criada no século XVI pertença do capitão Paulo Dias de Novais, dotada de zona residencial apalaçada e várias construções ligadas à actividade agrícola foi recentemente recuperada pelo seu actual proprietário.

Quinta da Boca da Lapa

Quinta do Brasileiro
(Granja de Alpriate)
Demarcada no século XVII a sul da Granja de Alpriate, a Quinta do Brasileiro é uma vasta propriedade privada pertencente à Família Cunha Sottomayor.

Quinta do Duque
(Alpriate)
Mandada construir pelo Duque de Lafões, D. João Carlos de Bragança, em inícios do século XIX, a Quinta do Duque é um exemplo emblemático do estilo neoclássico, que infelizmente com o passar do tempo está completamente ao abandono.

Quinta do Brasileiro

Hospital da Quinta da Flamenga
(Vialonga)
Demarcada no século XVII o hospital da Quinta da Flamenga passou por várias transformações nos séculos XIX e XX, a última das quais foi a sua adaptação a hospital por iniciativa da população, após o 25 de Abril. Hoje permanece na posse do Estado completamente ao abandono.

Hospital da Quinta da Flamenga

Quinta das Maduras
(Quintanilho)
Demarcada e começada a edificar em 1767 é uma propriedade agrícola e residencial.
Imóvel classificado como de interesse público é propriedade privada.

Quinta das Maduras

Quinta do Serpa
(Morgado)
Delimitada nos finais do século XVIII, a Quinta do Serpa é uma típica propriedade senhorial agrícola, com palácio de dois pisos, lagar, adega e armazéns.
Sempre em mãos privadas a Quinta que em tempos pertenceu ao Visconde de Botelho, a quinta encontra-se em excelente estado de conservação.

Quinta do SerpaRedutos militares da Aguieira
(Monte Serves)
Construídos nos pontos mais altos do Monte de Serves, os três redutos militares da Aguieira, que receberam os números 40, 41 e 42, cumpriram exemplarmente a missão de proteger a zona de Vialonga das tropas francesas durante as invasões do início do século XIX.
Ainda sob jurisdição do Exército, permite o livre acesso dos visitantes, apesar de apresentarem alguns vestígios de degradação, ainda mantêm os sinais da sua imponência.

Redutos militares da Aguieira

Dólmen de Monte Serves
(Planalto do Monte Serves)
Necrópole do período final do Neolítico, o Dólmen de Monte Serves é uma construção de planta rectangular, de corredor curto, com cobertura de falsa cúpula. Os vestígios situam-se ente o Monte Serves e a Serra da Aguieira, junto ao Casal do Penedo.

Dólmen de Monte Serves

Quinta do Monteiro-Mor
(Granja de Alpriate)
Demarcada e começada a edificar em finais do século XVII, provavelmente em 1694 a Quinta do Monteiro-Mor é hoje uma impressionante ruína.
Nos tempos áureos, a Quinta possuiu um aqueduto e um cais onde atracavam os barcos vindos de Lisboa, através do Rio Trancão.

Quinta do Monteiro-Mor